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Colégio / Seminário

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Uma história que iniciou há 62 anos e continua porque acreditamos com São Luís Orione, ensinando e aprendendo, que é necessário não procurar apenas a sublimidade dos conceitos e nem mesmo a erudição abstrata. É fundamental explicar com clareza as verdades que queremos imprimir na mente e no coração dos alunos, estar ao alcance de todos e ensinar com a convicção de estar cumprindo uma missão divina, estar cumprido uma das mais belas obras de misericórdia, para conduzir a Deus e não afastar dos seus caminhos. É nesta filosofia de Dom Orione e de escola católica que apostamos a educação dos nossos estudantes, segundo as concepções de mundo, escola, sociedade, aluno, educação, homem e professor tornando-os sujeitos de sua própria história.

Fundação

E o sonho do provincial Pe. Patarello com o Bispo Dom Anselmo Pietrulla e Pe. Pedro Pellanda se realiza em Siderópolis com a construção do Seminário São Pio X.

Diretor e Formador

Pe. José Rosim e Pe. Pedro Pelanda batalhavam juntos em um só coração, voltado às vocações através das obras iniciais em Siderópolis.

Pedra Fundamental

Lançada no dia 25 de março de 1956, dia da Nossa Senhora da Anunciação, com o Bispo Dom Anselmo Pietrulla e o Provincial Pe. Giovanni Valdástico Patarello.

Turmas Iniciais

O colégio atendia apenas aos alunos do sexo masculino. Com eles, in memorian, Pe. José Rosim, Pe. Augusto Viana, Provincial Pe. Patarello e Pe. Tarcisio Lovo.

São Luís Orione

São Luís Orione é um dos maiores e mais conhecidos apóstolos da caridade e do bem surgido em nossos tempos, para dar testemunho de amor a Cristo e aos irmãos, mediante uma inquebrável fidelidade à Igreja.

 

Nasceu em Pontecurone, lugarejo do Piemonte, na Itália em 23 de Junho de 1872. No ambiente pobre e profundamente religioso de sua família, recebeu fundamentos ternos e vigorosos de um apaixonado amor a Deus e aos necessitados, que forma toda a luz de sua existência.

 

Foi ordenado sacerdote em 13 de abril de 1895, em Tortona. No dia de sua primeira missa, tomou a decisão de não ser um padre somente para os que iam a Igreja, mas ser padre para todos, especialmente para os mais afastados da Igreja e para os pobres.

 

Para atender a tantas obras, fundou as Congregações Religiosas: Pequena Obra da Divina Providência, eremitas da Divina Providência, Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade e Irmãs Sacramentinas Cegas.

 

Viveu para amar e servir. Não conheceu outro motivo para viver. Fez da sua vida e da sua fé uma única missão. Sofreu muito, mas a ninguém fez sofrer. Tinha como ideal “fazer o bem sempre, fazer o bem a todos. O mal nunca e a ninguém”.

 

Morreu em San Remo, na Itália onde fora cuidar da saúde, por ordem de seus médicos e superiores, em 12 de março de 1940. Antes de ir a San Remo, protestou que não era entre palmas que queria morrer, mas entre os pobres, que são de Jesus Cristo. São João Paulo II o beatificou em 26 de outubro de 1980.

 

Depois de reconhecidas suas virtudes heroicas e sua bondade em vários milagres comprovados e aprovados, o mesmo Papa João Paulo II o proclamou Santo da Igreja numa missa de Canonização na Praça de São Pedro, em Roma, no dia 16 de maio de 2004. Seu ideal de “fazer o bem sempre” continua vivo em seus filhos e filhas (religiosos, religiosas, leigos e leigas), que continuam difundindo seu carisma através de obras de caridade em mais de 30 países.

 

“Só a caridade salvará o mundo”.

São Luís Orione

Pe. Agenor Neves Marques.